Publicações: Incompreensões da Vida
Lado A, Lado B e a verdade que ninguém quer ver
Promessas vazias, corrupção e polarização: direita e esquerda disputam o poder como times de futebol, e o povo paga a conta. Uma reflexão à luz da Bíblia, de Kardec e de Chico Xavier sobre o voto e a mudança que começa em nós.
A Fascinação do Homem de Toga e a Justiça
Quando homens de toga transformam a Justiça em espetáculo, a esperança adoece e quem jurou proteger passa a ser punido. Entre corrupção, influência espiritual e fé, surge a pergunta: devemos agir ou permanecer inertes?
Terremoto de magnitude sublime
Quando a Terra treme, certezas desmoronam e a solidariedade desperta. Entre ruínas e recomeços, uma reflexão sobre a fragilidade humana, a transição planetária e a força sublime de reconstruir juntos.
A culpa é DELE
É fácil culpar o Demônio, o próximo ou o destino pelos conflitos que criamos. Difícil é reconhecer a própria participação. Entre influência espiritual e livre-arbítrio, amadurecer começa quando trocamos a culpa pela responsabilidade.
A peça de xadrez sou eu
Entre reis, guerras e interesses, somos movidos como piões em um imenso tabuleiro. Mas até a peça mais frágil pode atravessar o jogo e se transformar. A verdadeira mudança começa quando deixamos de sacrificar o próximo.
2 x 1: A derrota necessária
Uma derrota pode revelar muito mais do que a fragilidade de um time. O 2 a 1 da Noruega sobre o Brasil expôs diferenças de valores, educação e cidadania, convidando-nos a refletir: o que realmente falta para nos tornarmos uma grande nação?
Todos Devemos uma Morte: Reflexões Sobre a Brevidade da Vida e a Imortalidade da Alma
Todos ignoramos o óbvio e inevitável: iremos morrer.
Asfalto Novo, Consciência Antiga: O Retrocesso Moral no Trânsito Moderno
Entre o asfalto novo e a pressa descontrolada, cresce um problema invisível: o retrocesso moral no trânsito. Quando motoristas ignoram faixas, idosos e vidas, percebemos que o maior buraco das cidades já não está nas ruas, mas na consciência humana.
Um peso, duas medidas
Entre julgamentos apressados e narrativas seletivas, a sociedade revela sua contradição: exige perfeição de quem decide em segundos, mas aplica pesos diferentes conforme o alvo. Até que ponto estamos buscando justiça — ou apenas culpados?